domingo, 21 de novembro de 2021

“Não há felicidade que seja só nossa”

 

soka gakkai


“O altruísmo ensinado no budismo [...] é a recusa em ignorar qualquer forma de sofrimento não relacionado conosco”. Essa afirmação do presidente da SGI, Dr. Daisaku Ikeda,  contém a essência da filosofia ensinada na SGI.

Conheça a compaixão budista (jihi, em jap.; karuna, em sânscrito), a ação enérgica para reviver a esperança e remover o sofrimento da vida de todos os seres. Um budista nunca se isola, mas mergulha no mundo real no qual as pessoas estão enfrentando as tormentas da vida e acredita nelas, confia na capacidade de transformação de cada indivíduo.

A dor do outro nunca é só dele — um budista estende a mão, chora junto, ora junto e com sabedoria e energia vital traz à luz a dignidade de quem está bem à sua frente.

Vale muito a pena trabalhar pela felicidade das outras pessoas

O que faz uma pessoa se preocupar com outras? É seu estado de vida — a quantidade de energia vital que permeia sua mente.

Alguém com pouca vitalidade tende ao egoísmo: quanto menos força tem, mais vive apenas para sua autoproteção e sobrevivência. Sobra pouco para perceber e apoiar os demais.

Já um indivíduo com farta energia mental se sente realizado internamente e isso altera sua forma de enxergar o mundo: ele se sente bem e utiliza sua força transbordante para revitalizar o ambiente. Felicidade completa para ele consiste em ser feliz junto com os outros.

A compaixão budista não é um sentimento apenas; é uma forma de viver, é ação real para mudar a vida diária das pessoas que sofrem.

Realidade do mundo

“O mundo se vê assolado por crises que ameaçam de forma extrema a vida e a dignidade de inúmeras pessoas” Essa afirmação do presidente Ikeda nos envolve num senso de responsabilidade com o planeta.

Por meio da prática da recitação e da propagação do Nam-myoho-renge-kyo, nós nos revitalizamos e, com entusiasmo, olhamos para o mundo desejando a paz, valorizando as diferenças e agindo com compaixão.

O poder místico do daimoku quebra o egoísmo e floresce nosso ânimo. Viver fica tão bom que começa a valer a pena se dedicar aos outros.

Nós nos dedicamos à transformação do destino pessoal e familiar ao mesmo tempo que abraçamos calorosamente todos ao redor: “Toda pessoa tem o direito de ser feliz. Vale a pena trabalhar para cultivar e expandir a solidariedade entre cidadãos comuns que se comprometam a proteger esse direito e evitar os sofrimentos desnecessários no mundo” (Ibidem, p. 22).

Ações em prol do povo

O presidente Ikeda é uma pessoa de ação. Sua filosofia é prática e conduz à mudança da realidade da vida das pessoas. Uma das ações mais efetivas são as reuniões de palestra, realizadas na SGI nos blocos e nas comunidades. Elas são a principal atividade para o encorajamento mútuo entre as pessoas do povo:

“A reunião de palestra é fundamental para as iniciativas da SGI de empoderamento pelo povo, para o povo e do povo; é a expressão do nosso sentido de missão dentro da sociedade. Por meio delas, queremos recuperar a consciência das profundas e ilimitadas possibilidades de vida de cada pessoa, algo que muitas vezes fica obscurecido diante da expansão das ameaças cada vez mais complexas que nosso mundo enfrenta” 

Seja a pessoa que estende a mão generosa a quem sofre

“Todos estremecem diante da violência: a vida é tão preciosa. Colocando-se no lugar do outro, não se deve matar nem levar alguém a matar” (Proposta de Paz 2016, p. 27 ). Essa afirmação do fundador do budismo, Shakyamuni, contém a essência da vida de um budista: repudiar a violência e lutar para que a miséria desapareça.

O presidente Ikeda cita o exemplo dos refugiados da Síria. Muitas famílias de outros países têm recebido os sírios com respeito porque compreendem o sofrimento deles: “Espontaneamente estendem a mão generosa. Para quem perdeu o lar, essa atitude é importante fonte de coragem, ajuda insubstituível. Mesmo um gesto aparentemente pequeno pode ter impacto significativo, talvez decisivo, para a pessoa a quem é oferecido” (Ibidem).

Um budista crê na dignidade inerente ao ser humano. Ele não se preocupa vagamente em mudar o mundo, mas age energicamente para “tocar a vida de uma pessoa” (Ibidem). Quem cuida de uma pessoa está salvando a humanidade; quem valoriza de verdade a si mesmo, sente o mesmo pelo outro, se coloca no lugar do outro e “enxerga o mundo com os olhos da empatia” (Ibidem).

O ponto de partida de um budista é a compaixão, um modo de vida comprometido com a proteção de si e dos demais. Ele se recusa a ignorar o sofrimento alheio e justamente por isso manifesta no cotidiano o estado de buda e faz brilhar sua humanidade.

“Não há felicidade que seja só nossa”

A Organização das Nações Unidas (ONU) lançou em setembro de 2015 os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

O presidente da SGI afirma estar impressionado com a “clara determinação [da ONU] de não deixar ninguém para trás, sintetizada na primeira meta ‘acabar com a pobreza em todas as suas formas e em todos os lugares’” (Proposta de Paz 2016, p. 24). Ele vem persistentemente clamando à ONU que defenda os que sofrem: “Estou particularmente satisfeito com a importância central que ganhou nos ODS o princípio de não deixar ninguém para trás, pelo qual faz tempo venho lutando” (Ibidem, p. 24).

O impulso diário de um budista é evitar a todo custo que as pessoas continuem imersas no sofrimento. Para isso, ele ora Nam-myoho-renge-kyo ao Gohonzon sinceramente disposto a encorajar quem está por perto. Ao olhar para o mundo ele entende e sente que “não há felicidade que seja só nossa, nem sofrimento que aflija apenas os outros” (Ibidem), e jura: “Ninguém será deixado para trás” (Ibidem, p. 61).

Contagie o mundo com o brilho do seu humanismo

“Num mundo cada vez mais sombrio, tocarei o tambor da imortalidade”

O filósofo alemão Karl Jaspers analisou a frase acima dita por Shakyamuni. Jaspers concluiu que o Buda foi motivado pela convicção de que “falar para todos é falar para cada indivíduo”.

Todo membro da SGI é herdeiro direto da compaixão do Buda expressa na forma de convicção, assim descrita:

1. Compartilhar com empatia o sofrimento e a alegria das pessoas comuns;

2. Avançar junto com os indivíduos que sofrem;

3. Criar com elas uma crescente rede de laços de vida-a-vida;

4. Estar convencido de que, independentemente da condição atual, cada um tem a capacidade de iluminar o local onde se concentra no momento;

5. Nunca julgar alguém pela aparência atual — se concentrar na dignidade inerente à vida;

6. Inspirar em cada um a confiança necessária com esperança.


Um budista adota esses itens citados pelo presidente Ikeda como filosofia de vida. Ao viver assim, ele é feliz no nível pessoal ao mesmo tempo em que transmite coragem aos outros — é alguém plenamente realizado que abraça e harmoniza a todos à sua volta.

Um discípulo do presidente Ikeda crê que todos conseguem manifestar o estado de buda. Age confiante que todos podem transformar aqui e agora o destino com a própria força. Por isso ele se compromete a não deixar ninguém para trás.

E quanto mais indivíduos firmarem esse compromisso, maior é o “coro de juramentos” (Ibidem).

Concluímos com uma frase do Mestre: “Reconhecendo essa mesma dignidade nos outros, eles juram, um após o outro, fazer brilhar o interior de sua própria vida, contagiar a vida das pessoas e, assim, iluminar a humanidade” (Ibidem, p. 29).

“A juventude pode e vai fazer a transformação. Vamos continuar a trabalhar por um mundo, uma sociedade mundial. Ninguém será deixado para trás” Daisaku Ikeda 

A profunda correnteza da humanidade

 

soka gakkai

A profunda correnteza da humanidade

Em setembro de 2015, a ONU adotou um plano sucessor para os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), definidos em 2000 e destinados a reduzir a pobreza e a fome. Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estão definidos no documento “Transformando Nosso Mundo: A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável”.

Além de continuarem o trabalho iniciado pelos ODM, as novas metas procuram desenvolver respostas abrangentes para questões críticas como as alterações climáticas e a redução do risco de desastres até 2030. A mais impressionante talvez seja a clara determinação de não deixar ninguém para trás, sintetizada na primeira meta “acabar com a pobreza em todas as suas formas e em todos os lugares”. Isto representa um significativo avanço nos ODM, reduzindo à metade a pobreza extrema, ao declararem que ninguém pode ser abandonado à própria sorte.

A Agenda 2030 chama atenção e enfatiza a necessidade de empoderamento, especialmente em grupos vulneráveis, crianças, idosos, pessoas com deficiência, refugiados e migrantes. Clama também pelo fortalecimento de assistência específica às necessidades especiais desses grupos e pela melhoria das condições de pessoas que vivem em áreas afetadas por emergências humanitárias ou pelo terrorismo.

Estou particularmente satisfeito com a importância central que ganhou nos ODS o princípio de não se deixar ninguém para trás, pelo qual faz tempo venho lutando. Também já solicitei que os ODS incluam a proteção da dignidade e dos direitos humanos fundamentais das pessoas deslocadas e migrantes internacionais.

As bases da ação altruísta

A convicção de Gandhi inspira não apenas a prática religiosa da SGI, mas também o nosso apoio à ONU e a outras atividades de engajamento social — a determinação de valorizar cada indivíduo.

A base do budismo é a crença na dignidade inerente a todas as pessoas. E, como a seguinte passagem dos ensinamentos de Shakyamuni indica, é despertada por um processo de autorreflexão e autoconhecimento:

Todos estremecem di­an­te da violência: a vida é tão preciosa. Colocando-se no lugar do outro, não se deve matar nem levar alguém a matar.

Em outras palavras, o budismo tem como ponto de partida o impulso humano universal de evitar o sofrimento ou o mal e o senso inegável do valor único do nosso próprio ser. Isto nos leva à conclusão de que os outros devem sentir o mesmo. Na medida em que nos colocamos no lugar do outro, passamos a ter uma noção tangível da realidade do seu sofrimento. Shakyamuni nos convidou a enxergar o mundo com esses olhos de empatia e, portanto, nos comprometermos com um modo de vida que protegerá todas as pessoas da violência e da discriminação.

O altruísmo ensinado no budismo não surge da negação do eu. A consciência da inevitável dor de nossa própria existência, os laços criados pelo caminho percorrido na vida e que nos trouxeram até aqui podem nos despertar para a universalidade da angústia humana, não importam as diferenças de nacionalidade e etnia. É a recusa em ignorar qualquer forma de sofrimento não relacionado conosco que faz a nossa humanidade resplandecer.

De acordo com a descrição de Shakyamuni feita pelo filósofo alemão Karl Jaspers (1883 — 1969), quando o Buda declarou: “Num mundo cada vez mais sombrio, tocarei o tambor da imortalidade”, foi motivado pela convicção de que “falar para todos é falar a cada indivíduo”.

Como atuais herdeiros desta virtude, os membros da SGI se empenham em compartilhar com empatia sofrimentos e alegrias das pessoas comuns e avançar junto com elas numa crescente rede de laços de vida-a-vida.

O espírito budista de valorizar cada indivíduo é enriquecido por mais uma perspectiva: a convicção de que cada pessoa, independentemente de seu caminho de vida ou de sua condição atual, tem a capacidade de iluminar o local onde se encontra no momento. Nós nos esforçamos para não julgar uma pessoa pela sua aparência atual. Em vez disso, nos concentramos na dignidade inerente à vida de cada indivíduo. Assim buscamos inspirar no outro a confiança necessária para viver com esperança, iluminado por essa dignidade.



a coragem de se levantar e agir por iniciativa própria

 

soka gakkai

Em benefício das gerações futuras, gostaria de escrever mais uma vez sobre o espírito original subjacente ao kosen-rufu mundial.

O dia 2 de outubro de 1960 foi um domingo claro e ensolarado. Partindo do Aeroporto Internacional de Haneda, em Tóquio, tomei o voo para o Havaí. Olhando do avião logo depois de decolar, vi reluzindo lá embaixo o mar da costa de Omori (no bairro de Ota), onde nasci e fui criado.

O Havaí foi o local em que irrompeu a Guerra do Pacífico, entre o Japão e os Estados Unidos. Decidi fazer do Havaí meu primeiro destino, após a minha visita a Okinawa [em julho de 1960, que na época ainda se encontrava sob a ocupação americana].

A prática do Budismo de Nichiren Daishonin permite que transformemos nosso destino em missão. Aqueles que mais sofrem têm o direito de desfrutar a felicidade suprema.

Uma grande parcela dos membros que moravam no Havaí e em outras partes dos Estados Unidos naquele tempo era composta por “noivas da guerra” — japonesas que se casaram com militares americanos e foram morar com eles nos Estados Unidos . Partindo para o novo país com uma imagem idealizada de felicidade, muitas vezes elas consideravam difíceis as barreiras impostas pela cultura e pelo idioma e ansiavam voltar ao Japão.

Eu as incentivei sinceramente, com o desejo de dissipar as nuvens de angústia do coração delas e de despertar em cada uma a sua natureza de buda.

Numa carta escrita na Ilha de Sado durante seu exílio, Daishonin afirma: “Onde quer que habitemos e pratiquemos o veículo único, esse lugar será a Capital da Luz Eternamente Tranquila” (CEND, v. I, p. 330).

Por todos os lugares que passei durante aquela primeira viagem aos Estados Unidos, encorajei os companheiros a transformar o local em que eles estavam na Terra da Luz Eternamente Tranquila e lhes assegurei que, contanto que abraçassem a Lei Mística, que nos permite “transformar veneno em remédio”, eles infalivelmente seriam felizes. Com lágrimas nos olhos, muitos declaravam: “Não serei derrotado!”, “Continuarei desafiando a mim mesmo!”. E eu rea­lizava reuniões de palestra onde quer que fosse e dialogava francamente, de coração a coração.

Promover o kosen-rufu não se refere meramente a disseminar conceitos e terminologias budistas. É empreendermos ações, não importando em que lugar estejamos, e lutarmos bravamente para transformar o nosso destino por meio da prática do Budismo de Nichiren Daishonin. Consiste em nos despertar para a nossa nobre missão como bodisatvas da terra e espalhar compreensão, confiança e alegria à nossa volta.

O kosen-rufu mundial só poderá ser concretizado mediante o ato de incentivar e desenvolver pessoas que tenham a coragem de se levantar e agir por iniciativa própria.

Nossa grande rede Soka, dedicada à felicidade das pessoas de todos os lugares, hoje se expandiu, abarcando 192 países e territórios. Tenho máxima admiração e gratidão pelos pioneiros, que trabalharam arduamente para abrir caminhos, enfrentando os imensos desafios dos primórdios do nosso movimento. Também me sinto imensamente feliz pelo fato de um fluxo constante de sucessores capazes estar emergindo para criar um futuro radiante e promissor.


“Até mesmo uma semente, ao ser plantada, se multiplica”

 

soka gakkai

Num de seus escritos, Nichiren Daishonin comenta: “Até mesmo uma semente, ao ser plantada, se multiplica” (WND, v. II, p. 602). Um esforço iniciado por uma única pessoa, mesmo sem ser notado, pode proporcionar resultados impressionantes.

Estou sempre em ação, de todas as maneiras possíveis, em prol do kosen-rufu, com os olhos voltados para o futuro distante, daqui a cem ou duzentos anos. Estamos plantando em todas as esferas da atividade humana sementes que um dia se transformarão em árvores robustas e produzirão flores magníficas. Por essa razão, não há necessidade de se deixar influenciar pelos acontecimentos e pelas circunstâncias presentes, que estão em constante mutação.

Daishonin escreveu: “Assim como plantas e árvores de todos os tipos brotam da terra, os vários ensinamentos do Buda são todos propagados pelas pessoas” (CEND, v. I, p. 63). Interpretando essa passagem no contexto do nosso movimento, percebemos que tudo depende das pessoas, não de posses, nem prédios. Educação, paz e cultura — em última análise, tudo se resume a quantas pessoas que desempenhem papel ativo na promoção desses patrimônios conseguiremos cultivar.

Meu mestre, Josei Toda, sempre frisava que era essencial desenvolver seres humanos capazes. Ele e eu sempre discutíamos o futuro do kosen-rufu e compartilhávamos a opinião de que a Soka Gakkai se tornaria um maravilhoso mundo de inspiração e empoderamento.

O movimento fomentado pela SGI constitui, de fato, um esforço inédito para promover o desenvolvimento e aprimoramento dos seres humanos com base na filosofia e no espírito de suprema compaixão do Budismo de Nichiren Daishonin. Não é só a organização que importa, cultivar verdadeiros seres humanos é primordial.

O progresso da propagação da Lei Mística para o mundo todo depende do nosso êxito em desenvolver indivíduos que assumam a liderança desse esforço. Gostaria de declarar expressamente que cada um de vocês é um nobre pioneiro do nosso movimento.

Devotamo-nos a um empreendimento de escala realmente grandiosa, que se estenderá por mais de 10 mil anos dos Últimos Dias da Lei. É um trabalho monumental para ampliar o caminho da paz e da felicidade para a humanidade, com base no princípio supremo da Lei Mística.

Muitos no mundo atual ainda não têm conhecimento desse sublime ensinamento. Dinheiro algum pode comprá-lo. Trata-se da única e suprema Lei do universo. Somente quando nos fundamentarmos nessa Lei é que poderá ocorrer a verdadeira aurora da humanidade. Não existe trabalho mais esplêndido, não há vida mais significativa.

No curso dessa longa jornada, é natural que nos defrontemos com obstáculos e dificuldades de vez em quando. Se tivermos adversidades a superar, podemos crescer e sentir a alegria contagiante de vencê-las. E se lutarmos com fé e pureza de coração, todas as dificuldades se converterão em fonte de benefício e de boa sorte, e se transformarão num trampolim para a construção de um futuro ainda mais radiante.



Vida dedicada à nobres ideais

soka gakkai

 

Sócrates e Platão, um eterno exemplo de união pela justiça


A principal corrente de pensamento da civilização ocidental se originou com dois homens: Sócrates e Platão. A força de ambos estava no apoio mútuo com base na relação de mestre e discípulo.


Num discurso aos jovens, o presidente da SGI disse: “Hoje, gostaria de discutir o relacionamento do filósofo com o povo e do mestre com o discípulo com base no exemplo de Sócrates e Platão” (Guia de Orientações Líder, v. 26, p. 44, jul.ago. 1989).


Sócrates nasceu 469 anos antes de Cristo em Atenas, na Grécia, uma região que floresceu como centro da civilização clássica grega considerada a capital da razão e da democracia. A sabedoria desse pensador era amplamente difundida e, “mesmo hoje, Sócrates é elogiado como um professor da humanidade”.


Mas, ao longo da sua vida, ele foi motivo de chacotas e alvo de muitas perseguições. Esse bom e sábio homem foi condenado e executado pelo Estado aos 70 anos de idade. “Um verdadeiro patriota, Sócrates amou e se devotou a sua Atenas natal. Ele era a pessoa de sabedoria e senso de justiça mais distinta que existia”). Por ocasião de sua morte, seu fiel discípulo Platão estava com 28 anos e a perda de seu mestre mudou por completo a vida do jovem e os rumos do pensamento filosófico do mundo.


Por que os justos são perseguidos?


“Por que então Sócrates foi injustamente caluniado e difamado?” — pergunta o presidente Ikeda.


O sábio que tanto amava e se esforçava para lapidar a vida dos moços e das moças de Atenas foi sentenciado exatamente do contrário: “Ele era acusado de corromper a juventude da cidade e rejeitar os deuses de Atenas”. Seu principal acusador era um homem chamado Meleteus, ligado à políticos proeminentes. A boataria e as mentiras sobre Sócrates infelizmente foram se espalhando e adotadas com verdade, embora todos que tomassem contato com o grande sábio reconheciam nele o oposto das acusações. “Um dos meios que os demagogos da época de Sócrates gostavam de utilizar era a fabricação de escândalos”.


Ele ainda tinha a opção de apelar e admitir a culpa para escapar da execução, mas se negou porque jamais trairia suas convicções.


Sócrates morreu. O mais justo daqueles homens foi injustamente sentenciado a tomar o veneno mortal cicuta. “Em essência, Sócrates declarou que uma pessoa deveria pôr sua alma acima de qualquer outra coisa, considerando-a o mais importante tesouro. Sócrates tinha algo em comum com Nichiren Daishonin, que declara: ‘A fé sozinha é o que realmente importa’”.


A conduta e as convicções dele foram totalmente assimiladas pelo seu discípulo Platão, que tremeu em fúria diante da injusta morte do seu mestre. A relação de mestre e discípulo é a força motriz da justiça, o ponto de partida de qualquer mudança profunda pessoal ou social. Por isso é um tema fundamental no budismo.


A base da vitória está na unicidade de mestre e discípulo


O ideal de Sócrates continuou vivo em seu amado discípulo. “Sócrates confiava que Platão incorporaria seu espírito e prosseguiria em seus passos. Um mestre que possui um discípulo a quem pode depositar total confiança é muito afortunado”.


Platão viveu ao lado do seu mestre por nove anos e a morte dele o abalou tão profundamente que caiu doente de tão entristecido. Mas ele logo se levantou com um espírito vigoroso e iniciou a batalha do discípulo: “Platão jurou jamais perdoar o mal que levara seu mestre à morte e jurou estabelecer a justiça e a verdade de seu mestre aos olhos de todas as pessoas”.


Dali em diante, por mais de cinquenta anos, até a sua morte aos 80, Platão lutou sinceramente para alcançar esses objetivos. O propósito da sua existência estava em provar a verdade da vida de seu mestre. Ele jurou mudar a política por meio do treinamento de jovens que fizessem contraponto ao poder corrompido da época. “Nos seus últimos dias, sempre que falava sobre a morte de seu mestre, Platão se enchia de indignação e seu corpo tremia. Por cinquenta anos, ele continuou ardendo de ódio contra o mal. Este rancor exarcerbado o capacitou a conduzir sua vida de forma esplêndida, como um artista que trabalha por anos a fio e produz uma obra prima monumental”.


A força que transforma a realidade nasce quando o propósito do mestre está vivo no coração e nas atitudes do discípulo.


“Fui para o presidente Toda o que Platão foi para Sócrates”


Platão iniciou sua batalha e atacou a raiz do problema de Atenas: investiu todas as suas forças para “construir uma república na qual a filosofia, ou, literalmente, o amor pela sabedoria, guiaria as autoridades políticas”.


Ele se esforçou em três áreas: letras, educação e política. Sua força era descomunal e nada o parava. O presidente Ikeda afirma: “Em retrospecto, eu também tenho me esforçado nessas três áreas”. A vida do presidente da SGI está firmemente enraizada no solo da unicidade com seu mestre jossei toda. Ele vem trabalhando desde a juventude para cumprir o juramento do Sr. Toda de eliminar a miséria da face da Terra.


daisaku ikeda herdou a fé, os planos e os desejos de jossei toda. Sua fúria contra a injustiça e contra o mal o impulsionou a construir a maior organização pacifista do mundo, a SGI: “Tenho empreendido todos esses esforços movido pelo desejo de concretizar a visão de Toda sensei sobre o futuro, baseado em suas ideias e concepções.


Um discípulo que vive pelos ideais de um bom mestre manifesta a força de milhares de pessoas, rompe a concha do ego e vive a mais digna existência.


Vida dedicada à nobres ideais


“Depois da morte de Sócrates, um novo Sócrates nasceu na pessoa de Platão. Fui para o presidente Toda o que Platão foi para Sócrates, portanto, posso entender muito bem a relação entre esses dois filósofos gregos”, afirma o líder da SGI.


Num mundo em constante mudança, a unicidade de mestre e discípulo é a base mais sólida para uma vida correta e dedicada à nobres ideais. Somente nesse caminho “a luz das ideias expostas por uma grande alma é transmitida sem interrupção e fica eternizada. Esse modo de vida é parte da herança cultural da humanidade”.


Uma vida rica, saudável e plenamente feliz


Nós, membros da SGI, somos herdeiros legítimos dos ideais, dos sonhos e da vida do presidente Ikeda. É por isso que todo associado da SGI é forte e vitorioso.


Ao se empenhar para tornar realidade o sonho da paz mundial do líder da SGI, o discípulo multiplica sua força e vive a mais significativa existência. Cada tarefa se torna uma batalha para vencer a si e, ainda, encorajar as pessoas ao redor.


Dedicar-se ao mestre é ter o mesmo propósito que ele, assim como aprendemos com os dois filósofos gregos. Sócrates venceu porque sua vida foi eternizada pelo esforço do discípulo; Platão venceu e mudou a história da humanidade para sempre porque sua vida estava inteiramente inspirada no mestre.


A unicidade de mestre e discípulo é o caminho mais saudável de vida. Não é um relacionamento unilateral de mestre no alto e discípulo embaixo nem um tipo feudalista e opressivo de relacionamento.


É uma relação enriquecedora e eterna. Quem se dedica a essa forma de vida tem força para superar qualquer dificuldade.


A restauração da fé e da confiança nos seres humanos

 

soka gakkai

Independentemente do lugar ou país, são sempre os bodisatvas da terra que se encarregam da missão de propagar amplamente o ensinamento correto recebido do Buda, compartilhando-o com todos os seres humanos. Qual a razão disso? Porque, no que se refere à sua iluminação interior, eles têm o mesmo estado de vida do Buda, porém, no âmbito de suas ações externas, se empenham como bodisatvas. Poderiam ser descritos como “budas-bodisatvas”.

Se não possuíssem o mesmo estado de vida do seu mestre, o Buda, não conseguiriam propagar a Lei Mística corretamente. Além do mais, realizar o kosen-rufu neste mundo cheio de problemas implica penetrar na sociedade, entre as pessoas, como seres humanos iguais. Assim, os bodisatvas da terra preenchem ambas as condições — incorporam o estado de buda inerente e se dedicam ativamente no mundo real. Desse modo, no final do capítulo “Os Poderes Sobrenaturais” (21º) do Sutra do Lótus consta: “Esta pessoa… avança pelo mundo (LSOC, cap. 21, p. 318). Os bodisatvas da terra se empenham no mundo; eles saem e se misturam ao povo.

Os bodisatvas da terra são iguais ao sol; e também são iguais às flores do lótus, que desabrocham com todo esplendor na água lamacenta. Eles vivem neste mundo corrupto, mas se mantêm imaculados sem se contaminar pelos seus males.

Se formos iguais ao sol, a escuridão na sua totalidade será banida de nossa vida. Cada dia será repleto de luz e iluminaremos com radiância a vida das outras pessoas também. Se formos iguais às flores do lótus, transformaremos o pântano lamacento dos desejos e sofrimentos em alegre iluminação.

O capítulo “Emergindo da Terra” (15º) do Sutra do Lótus descreve os bodisatvas da terra como “a flor do lótus na água” (LSOC, cap. 15, p. 263). Sendo bodisatvas da terra, habitamos o “pântano” da sociedade; e, certamente, não fugimos da realidade. Além disso, nossa vida de forma alguma é manchada ou contaminada pela sociedade. Por quê? É que nunca nos esquecemos da nossa missão.

Nichiren Daishonin afirma o seguinte sobre os bodisatvas da terra: “Seu único propósito é propagar o Nam-myoho-renge-kyo, a grande razão do aparecimento do Buda neste mundo” (GZ, p. 833). Eles abraçam o compromisso de concretizar o kosen-rufu e incorporam o espírito de compartilhar a Lei Mística com as outras pessoas [shakubuku]. Empenhar-se na prática budista com sincera dedicação ao kosen-rufu é o espírito deles.

Os bodisatvas da terra vêm praticando a Lei Mística diligentemente desde o passado distante. Eles lapidaram a vida centrada na fé e na Lei Mística. Daishonin os descreve como “os únicos que poliram completamente sua determinação” (WND, v. I, p. 953). Esse é o motivo pelo qual conseguem suportar grandes dificuldades neste conturbado mundo saha para propagar o correto ensinamento do budismo. Nas profundezas de sua vida, habitam o mundo dos budas.

Os bodisatvas do ensinamento teórico e aqueles dos outros mundos descritos no Sutra do Lótus são os que ainda aspiram a atingir a iluminação. Portanto, ainda não são fortes o bastante para propagar o budismo neste mundo saha. Os únicos capazes de suportar o peso dessa missão são aqueles do ensinamento essencial — os bodisatvas da terra —, especialistas na prática da Lei Mística do “tempo sem início”.

O Sr. Makiguchi expressou:

Embora se diga que mesmo o pó ao se acumular pode originar uma montanha, não há na realidade nenhuma montanha formada pelo acúmulo de pó. O máximo que o pó acumulado poderia formar é um pequeno monte. Montanhas reais são formadas por grandes movimentações na crosta terrestre. Analogamente, você pode acumular todo tipo de bem menor que desejar, mas estes nunca se transformarão no grande bem.6

Os bodisatvas do ensinamento teórico são como aqueles que tentam atingir a iluminação acumulando o bem menor. Em contraste, os do ensinamento essencial — os bodisatvas da terra — fazem a grande energia vital do mundo dos budas emanar das “profundezas da natureza do Darma” (OTT, p. 119), a porção mais recôndita do ser, com a força explosiva de um vulcão em erupção.

Os bodisatvas da terra praticam a Lei Mística constantemente e vivem cada momento em profunda sintonia com a dimensão eterna da vida. Embora no que se refira à prática eles sejam bodisatvas, no tocante à iluminação interior eles são budas.

No entanto, a imagem que as pessoas tendem a ter do Buda é a de um ser transcendente ou de um super-homem. Ao contrário dessa visão, os bodisatvas da terra se devotam como seres humanos comuns que praticam a Lei Mística. Eles se dedicam como pessoas reais, e isso possui um significado profundo.

A restauração da fé e da confiança nos seres humanos — esse é o fator essencial para a religião do século 21. Acredito que o mundo anseie intensamente pelo surgimento desse grande ensinamento sobre humanismo e vida.

sábado, 20 de novembro de 2021

Objetivo ou Promessa ?

 

soka gakkai

ATÉ ATINGIR O OBJETIVO!

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Constantemente, vemos pessoas lançando OBJETIVOS a fim de concretizar determinado desejo ou de transformar alguma coisa que as faz sofrer. 

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Umas objetivam a realização de duas horas de DAIMOKU até determinada data, outras de cinco e algumas até de dez horas. 

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Lançar OBJETIVOS é superválido a fim de termos um ponto concreto para direcionarmos nossas orações, mas não podemos confundir objetivos com promessa. 

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Um dos significados de “OBJETIVO ” é “Alvo ou desígnio que se pretende atingir”. (Novo Dicionário da Língua Portuguesa, Ed. Nova Fronteira, pág. 1208). Já “PROMESSA ” significa “Ato ou efeito de prometer”, (Ibidem, pág. 1401).

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A confusão desses dois significados faz com que as pessoas pratiquem de forma errada, ou deixem de praticar o Verdadeiro Budismo. 

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Isso porque muitas “prometem ao Gohonzon” e não “OBJETIVAM diante do Gohonzon”. 


Quando fazemos promessa nos posicionamos, mesmo que inconscientemente, da seguinte forma: “Gohonzon, vou fazer duas horas de DAIMOKU até tal dia para conseguir isso”. 


E, inconscientemente também, ficamos adotando e esperando da seguinte forma: “Já que estou cumprindo minha promessa, espero que meu desejo seja atendido”. 


Além disso, damos prazo para o Gohonzon e cobramos resultados a ponto de existirem pessoas que deixam de praticar ao final do prazo estipulado porque não conseguiram concretizar o seu desejo. 


Outras ainda caluniam o Gohonzon ou menosprezam a própria FÉ, a organização e os companheiros.


Por outro lado, existem dirigentes que, ao orientarem, dizem: “Faça tantas horas de DAIMOKU durante tantos dias que o seu problema se resolverá.” 


E se não resolver nesse prazo ?

O que esses dirigentes vão fazer? 


Vão dizer para a pessoa que ela não tem fé? 

Ou que não orou direito? 


Então, aqui vai uma pergunte: Quem sabe a extensão de seu carma? 


Nem mesmo a própria pessoa tem conhecimento disso. 


Sabemos o quanto sofremos por tal situação e temos uma idéia de o quanto nosso carma é pesado, mas ninguém sabe a sua extensão. 


Por isso, cada um deve determinar a quantidade de DAIMOKU que deve recitar de acordo com a realidade de sua própria vida. 


Conforme diz um ditado popular: “Cada um sabe onde seu calo aperta.” O mais importante é lançarmos OBJETIVOS e ORARMOS até conseguir concretizá-los.


CARMA, UMA QUESTÃO BASTANTE IMPORTANTE


Como todos sabem, nossos sofrimentos são efeitos de causas negativas que nós próprios realizamos. 


Se estivermos sofrendo é porque realizamos alguma causa negativa e hoje vivemos o seu efeito, assim, o importante é transformarmos a raiz da causa que nos faz sofrer. 


Nada garante que, por exemplo, com dez horas de DAIMOKU em dez dias possa se transformar o carma. Por isso, o importante é ORAR até conseguir. 


No momento que conseguirmos concretizar determinado OBJETIVO, isso significa que transformamos o CARMA de sofrer com essa questão.


O Mestre  Ikeda orienta: “No caso de nossa prática, esforço diário significa conduzir o GONGYO e recitar o DAIMOKU todos os dias, que é realizar a prática BUDISTA. 


Desta forma, não quero dizer meramente que, por fazer o GONGYO somente uma vez, pode-se ter um progresso extraordinário em seu trabalho. 


Mas, durante o tempo em que vai devotando-se a prática BUDISTA, poderão gravar boas causas em sua vida que à adornará com benefícios inconspícuos (Não aparentes). 


A firme dedicação na prática BUDISTA expandirá sua condição de vida, capacitando-o a assegurar seu curso para atingir a felicidade .” (Líder, vol. 16, pág. 53)


Em um outro trecho dessa mesma orientação o Mestre  Ikeda coloca: “Nitiren Daishonin diz no Gosho: ‘O orvalho se acumula para tornar-se um rio e os rios juntam-se para formar um oceano. 


As partículas de pó acumulam-se para tornar-se uma montanha e montanhas amontoam-se para formar o Monte Sumeru’. (Gosho Zenshu pág. 1594) 


O sucesso não pode ser genuíno a menos que seja baseado no acúmulo de firmes e corajosos esforços, despendidos dia a dia e de momento a momento. De outro modo, isso nada mais é que glória evanescente.” (Ibidem, pág. 54) 


Mudarmos a nossa postura com relação a forma de praticarmos o Verdadeiro Budismo de Nitiren Daishonin, desprendendo-nos dos conceitos de ensinos anteriormente praticados, capacitar-nos-á a acelerar mais rapidamente o processo de nossa Revolução Humana e comprovarmos mais amplamente a força da oração em nossas vidas. 


Em a Nova Revolução Humana, consta: “Em se tratando de ORAÇÃO, existem pessoas que não se esforçam e ficam apenas esperando que a resposta de seu pedido caia do céu. 


Se uma religião permite essa conduta, estará então corrompendo o ser humano. 


No budismo de Nitiren Daishonin é originalmente um juramento e sua essência é o Kossen-Rufu (Paz Mundial). 


Em outras palavras, significa ORAR resolutamente com a seguinte determinação: ‘Eu vou realizar o Kossen-Rufu do Brasil. Para isso, vou demonstrar brilhantes comprovações também em meu trabalho. 


Por favor, faça com que eu possa evidenciar o máximo de minhas forças.’ Este deve ser o contexto básico de nossas ORAÇÕES. 


Com essa disposição, devemos estabelecer OBJETIVOS claros a serem realizados concretamente a cada dia, desafiando-os e ORANDO pela concretização de cada um deles. 


É dessa seriedade e forte determinação que emergem a sabedoria e a criatividade, e é daí que se abre o caminho do sucesso. 


Portanto, a vitória na vida surge da Interação”. entre ‘DECISÃO ’ e ‘ORAÇÃO ’, e ‘ESFORÇO 

’ e ‘PLANEJAMENTO ’. 


É um erro querer ganhar uma grande fortuna apenas sonhando ou ficando na expectativa do aparecimento de uma oportunidade de ganho fácil e lucrativo. 


Isso não é FÉ, é apenas uma fantasia. O trabalho é a base que sustenta a vida diária. 


Se não obtiver vitória no trabalho, não é possível comprovar o princípio de que o ‘BUDISMO é a própria vida diária’.” ( NRH - Vol. I Cap. O Desbravador, pág. 195)


“O BUDISMO é a suprema razão”, diz o Mestre  Ikeda. 


Portanto, nós temos que praticar racionalmente, deixando de lado a postura acomodada de que somente por estar se empenhando na prática da FÉ a nossa vida irá mudar e obteremos sucesso.

Queime as lenhas

  O budismo ensina como converter imediatamente o maior sofrimento em grande alegria. O que garante isso é o princípio “desejos mundanos são...