quinta-feira, 2 de setembro de 2021

Sofra o que tiver de sofrer

 

soka gakkai

Não há maior felicidade para os seres humanos que recitar o Nam-myohorengue-kyo (...) Sofra o que tiver de sofrer. Desfrute o que existe para ser desfrutado. Considere tanto o sofrimento como a alegria como fatos da vida e continue recitando o Nam-myoho-rengue-kyo, não obstante o que aconteça. Que outro significado isso poderia ter senão a ilimitada alegria da Lei? (WND, vol. I, pág. 681.)


A presença de uma única mulher que abraça a Lei Mística

 

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A presença de uma única mulher que abraça a Lei Mística — no lar, no trabalho ou na comunidade — é como o radiante sol da esperança que a tudo ilumina. Assim como o Sol brilha em todas as direções e aquece tudo e todos sem nada cobrar, as mulheres Soka, por meio da sabedoria e consideração, direcionam as outras pessoas que ainda desconhecem o Budismo Nitiren a formarem uma ligação com esse ensino, plantando, desse modo, as sementes da felicidade no coração.

 

O importante é encorajar as pessoas com palavras calorosas

 

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Todos nós enfrentamos vários problemas e desafios na vida diária. E talvez nem sempre as coisas ocorram da maneira como esperamos ou planejamos. Recordo-me das palavras da Dra. Lygia Pupatto, ex-reitora da Universidade Federal de Londrina, no Brasil. A renomada educadora e especialista em Botânica disse aos estudantes das escolas Soka de Kansai (em 12 de abril de 2004): “Quando olhamos para as plantas no inverno, elas não têm flores nem folhas. Parecem até que não estão vivas, mas isso não é verdade. Elas estão apenas aguardando a época certa para florescer. Estão esperando o momento certo para elas. (...) Da mesma maneira, vocês precisam acreditar em sua força interior e em sua sabedoria e utilizá-las para superar quaisquer dificuldades ou problemas”. Concordo plenamente com estas palavras da Dra. Pupatto. Elas fortaleceram ainda mais minha convicção de quão importante é encorajar as pessoas com palavras calorosas, especialmente quando elas estão passando pelo inverno de adversidades.

“O que importa é o coração”

 

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Nitiren Daishonin diz: “O que importa é o coração” (WND-1, 1.000)”. Conforme estas palavras do Buda, a verdadeira felicidade depende muito mais de nosso estado interior de vida do que de nossas circunstâncias externas. A disposição de realizar as atividades em prol do Kossen-rufu junto com os companheiros e a Soka Gakkai, de nos empenharmos pela felicidade das outras pessoas e de viver cada ano com satisfação e senso de propósito tornam a nossa existência genuinamente feliz.


“Será que realmente conseguiremos sair desta pobreza?"

 

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Pouco antes da criação de ambas as divisões, foi lançado o Seikyo Shimbun (em 20 de abril de 1951). A primeira edição apresentou um artigo sobre a expansão do Kossen-rufu por membros do bairro de Tsurumi, cidade de Yokohama, província de Kanagawa. A propósito, existia uma senhora em Tsurumi que, certa vez, relatou como o meu marido havia encorajado ela e o marido. Fiquei profundamente comovida com esse relato e gostaria de compartilhá-lo com todas. O casal de meia-idade iniciou a prática budista por razões de doença e dificuldades financeiras. Devido à tuberculose vertebral, o homem encontravase acamado. Meu marido, que na época tinha 23 anos, visitava o casal com frequência, encorajando-os com a leitura de trechos do Gosho. Certo dia, ele sentou-se ao lado do senhor enfermo, apertou-lhe a mão e disse convicto: “A fé no Budismo Nitiren trará resultados positivos. Se praticar com seriedade, o senhor poderá transformar definitivamente o carma. Conforme Daishonin afirma: ‘O inverno nunca falha em se tornar primavera’”. (WND-1, 536.)

Em outra ocasião, essa senhora perguntou ao meu marido, em tom de desespero: “Será que realmente conseguiremos sair desta pobreza?” Ele, então, respondeu, com plena convicção: “Imagine-se empilhando uma folha de papel bem fina, uma sobre a outra, a cada dia. No início, parecerá que essa pilha em nada aumentou. Mas, se continuar juntando as folhas dessa maneira durante dez ou vinte anos, a pilha de folhas ficará tão alta que se tornará visível para qualquer um. De modo semelhante, podemos acumular benefícios imperceptíveis por meio de nossa prática budista”. Gravando essas palavras no coração, o casal se dedicou com toda a sinceridade ao Kossen-rufu. Como resultado, o homem curou-se da doença e, junto com a esposa, saiu daquele sofrimento. Eles mostraram a prova real conquistando uma vida sólida e confortável. Essa senhora fez, então, o juramento de converter ao Budismo um número de pessoas correspondente aos anos vividos por ela. E assim o fez: oitenta pessoas receberam o Gohonzon. Envolto por muitos benefícios — imperceptíveis transformados em perceptíveis, assim como meu marido lhe havia assegurado — o casal, hoje já falecido, desfrutou uma existência verdadeiramente feliz e foi amado e admirado pelos companheiros e pelos inúmeros jovens que o sucederam

“O bom conselho é sempre amargo”

 

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Por eu ter exposto este ensino, fui exilado e quase morto. É como afirma o ditado: “O bom conselho é sempre amargo”. Ainda assim, continuo firme. O Sutra de Lótus é como a semente; o Buda, o semeador; e as pessoas, o campo. (WND-1, 748.) O Kossen-rufu é um desafio contínuo para plantar as sementes do estado de Buda no coração de cada pessoa que encontramos. Requer um espírito inabalável para enfrentarmos várias circunstâncias adversas


Queime as lenhas

  O budismo ensina como converter imediatamente o maior sofrimento em grande alegria. O que garante isso é o princípio “desejos mundanos são...